
Em aula foi dito que o conforto é a ausência de desconforto. Sinto muito não dar os créditos à professora e ao autor da frase, mas não lembro quem disse citando quem. Se alguém souber ficarei feliz em creditar aqui.
Continuando: O conforto é a ausência de desconforto...
Mas nessa definição a palavra ausência não permite que o conforto seja entendido como pleno...falta algo para parecer realmente confortável.
É como me sinto nessa primeira experiência de blog. Ausente de desconforto, mas sem o conforto pleno. Parece algo que era pra ser feito e está sendo feito, na hora certa (?)...sem desconforto...
Partindo dessa definição em sala de aula, anotei em meu caderno para fazer outras possíveis alternativas partindo do mesmo princípio: negar um estado para afirmar outro...porém não consegui escapar de um pensamento: A felicidade não é a ausência de tristeza...ausência de tristeza seria algo como numb da Beth Gibbons (foto) , que por tantos momentos de ausência de tristeza foi minha trilha sonora.
Depois dessa constatação que felicidade não era ausência de tristeza, concluí que não superestimamos a felicidade, porque, definitivamente não é um estado somente ausente de outro, tem algo mais aí. Voltei a atenção para a aula e desmarquei a página de coisas para divagar. Posso até retomar essa discussão aqui depois.
Porém, utilizo a ausência de desconforto aqui no blog. Pois é o estado em que me sinto ao escrever tudo isso: ausente de desconforto...e de conforto também. Não porque alguém vá ler, talvez leia, mas tirar de mim essas bobagens que enchem minha cabeça é um tanto confortável e desconfortável também.
Quem sabe o proximo post não é mais confortável?

para muitos viver é sofrer. concordo, poucos pensam na felicidade quando estão de posse dela.
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